O nosso pensamento é a primeira das sensações
subjectivas de que somos conscientes.
E somos únicos testemunhos do nosso próprio pensamento.
O facto de que o pensamento não é perceptível por
outrem faz dizer a alguns comportamentalistas, que o indivíduo
só reage em função dos estímulos exteriores,
e não em função da sua própria vontade. Parece
que estes teóricos nunca tiveram em conta a sua própria
experiência individual.
Nós estamos, mais ou menos, habituados a dirigir a nossa atenção
sobre o conteúdo dos nossos pensamentos. Raramente os temos em
conta, ou os julgamos severamente. Mas conhecemos mal, ou mesmo nada,
as leis que regem o comportamento do pensamento. Ora, o pensamento organiza-se
segundo os ritmos cerebrais, e enriquece-se de maneira fantástica
se o deixarmos evoluir segundo a sua natureza, ou seja, se não
procurarmos constringi-lo aplicando-lho as leis da mecânica. Nós
não sabemos deixar a flexibilidade ao pensamento pois, por vezes,
a sua evolução incomoda-nos.
Para ir mais longe temos, portanto, que aprender a observar o comportamento
do pensamento, para descobrir que ele não está limitado
à pobre ideia que nós nos fazemos. Este comportamento, que
lhe é próprio, conduz-nos ao limiar de um universo subjectivo
extremamente rico. Numa primeira aproximação, no termo de
cada um dos testes que vão seguir, vamos observar algumas características.
Preâmbulo: Estes testes têm
como objectivo aprender a deixar-se levar pelas sensações,
de maneira a amplificar os fenómenos e de passar do trabalho puramente
mental à percepção das sensações subjectivas.
Muitas vezes, com efeito, vemos os praticantes pôr em prática
algumas técnicas, sem saberem o que podem esperar delas,
e pior,
sem serem capazes de reconhecer os fenómenos. Para evitar este obstáculo,
estes pequenos testes, que não constituem uma finalidade em si,
permitem de nos habituarmos a banhar num verdadeiro universo subjectivo,
surpreendente de matizes e de riquezas.
Em resumo, o que segue é, de alguma maneira, uma experimentação
que lhe permitirá, se entrar no jogo, estimular as suas aptidões
para evoluir nas experiências ou na via Iniciática.
Para isso procure dispor de tempo suficiente (a primeira parte: Teste
de observação do pensamento que pode demorar entre 30 minutos
a 1 hora o mesmo para a segunda parte: Os sons mentais)
É inútil começar o teste se esta condição
não estiver preenchida.
Pegue num lápis e num papel para anotar as suas observações;
Quando tiver terminado, vá à parte avaliação
no espaço subscritores para descobrir as suas aptidões.
Se pensa ter sido bem sucedido nos testes a:
0% = Tem a certeza de querer continuar nesta via? Uma boa reflexão
é necessária.
25% = Você não é muito dotado
Pode, contudo,
ter, de tempos em tempos, uns fenómenos, mas a evolução
será difícil. Disponha de tempo para rever as bases do Fosfenismo
(reler A iniciação de Pietro e as Homologias).
Um estágio de formação ser-lhe-á muito proveitoso.
50% = Você está muito fixado nos exercícios.
Não evoluirá muito. Disponha de tempo para observar o que
se passa depois de cada exercício.
75% = Você está no bom caminho. Depois de cada exercício,
consagre um tempo igual a observar os ritmos que se desencadeiam no seu
caos visual (aura) e deixe-se levar pelos seus ritmos cerebrais.
85% = Você tem um grande potencial. Persista na via do Fosfenismo,
continue a alimentar os ritmos fisiológicos (físicos e mentais):
Os resultados não se farão esperar.
+ de 85% = O seu sentido de observação irá
conduzi-lo ao despertar das suas faculdades
OS RESULTADOS DOS TESTES ENCONTRAM-SE NO ESPAÇO SUBSCRITORES nível CONFIRMADO